O POVO DE PANELAS PRECISA SE UNIR!

Conheço a realidade do meu povo. Sei de suas necessidades, mas não as conheço como Joelma Duarte, Coroné e seus asseclas. Esse último con...

Conheço a realidade do meu povo. Sei de suas necessidades, mas não as conheço como Joelma Duarte, Coroné e seus asseclas. Esse último conhece a seca porque a manteve propositalmente, eu conheço porque carreguei água para abastecer os tanques e baldes da minha casa, isso quando criança, ainda no final da década de 90, quando Sérgio Miranda já era prefeito de fato. Conheço o povo pobre e carente da zona rural não porque ouvi falar ou vi de longe suas expressões e o rosto abatido pela vida dura, sei de tudo isso porque venho do sítio onde passei muita necessidade, fui carente, pobre, senti na pele o que é ser desprezado e só ver carro de político em ano de eleição.

Por isso, certa feita conversando com Genilson Lucena, atual presidente da Câmara Municipal de Panelas, falei que a eleição deste ano não é uma eleição qualquer, não se trata de briga partidária, nem de desejos pessoais etc., se tratará de uma decisão tão urgente quanto necessária para liberdade do nosso povo. O Panelense precisa entender que foi enganado. Não há mal nenhum nisso, na verdade é pura manifestação de humildade. Todos nós, inclusive eu, acreditamos que alguém que não ama nem o lugar de onde veio amaria o lugar de onde nós viemos. Nos enganamos e não é culpa de ninguém. É hora de aceitar que os tempos mudaram, as coisas estão diferentes, os coronéis ficaram num passado arcaico e não devem existir mais. Genilson Lucena entendeu, Ruben Lima entendeu, Lourinho sabe disso, outros como Everaldo e até o Décio (que não sabia nem que vereador podia apresentar projeto) entendeu porque o óbvio é ululante!

Amamos nossa cidade. Queremos o melhor para ela e já sabemos que não vamos conseguir com o Coroné. A mudança será boa, escolher um panelense é o ideal. Valorizar nossa terra, nosso povo, nossos artistas, nossa cultura, nós mesmos. O melhor de Panelas é o panelense. Isso é uma ideia que deve ser assimilada e introjetada dentro do espírito de cada cidadão. A moral panelense precisa ser elevada! Não somos covardes, nem idiotas, nem incapacitados; somos guerreiros! Não aceitamos mais coronéis estrangeiros, nem aceitamos que irmãos nossos sejam laranjas, muitas vezes utilizados como bodes expiatórios de crimes cometidos por terceiros. As crianças que não souberem do que estou falando perguntem aos mais velhos.

Como valorizariam nossos professores se nunca estudaram com eles? Como valorizariam nossa terra se nunca plantaram nada nela? Como valorizar o nosso trabalho, se apenas colhem os frutos do nosso suor? Precisamos “vestir a camisa” e dizer de uma vez por todas que basta! São dezenas de milhões utilizados em Panelas todos os anos. As mesmas empresas ganham as licitações, os mesmos nomes mantêm-se no poder como um tipo de oligarquia provinciana. O pai manda na cidade, demite panelense e contrata o filho dele próprio, que nomeia somente quem se alinha a ele para ajudar a tirar do povo e devolver ao mesmo o que do povo foi tirado.

A população no meio da desinformação e da mentira corre para defender alguém que diz saber fazer o que nunca fez. Promete novamente o que já foi prometido, disse que já fez, mas precisa continuar fazendo. Simplesmente não há nenhum argumento plausível para defender o atual desgoverno, por isso a retórica será deficiente de lógica em qualquer discurso sergianista. Se houvesse algum especialista em sofisma na base do governo poderia ajudar, mas não há. Há o próprio Coroné, que ultimamente nem sofisma mais somente esperneia.

A população é induzida a chamar o filho da terra que saiu do Jundiá para vencer na cidade grande de doido. Não importa o quão longe foi nos estudos, o quanto escreveu, o quanto é elogiado por profissionais de vários Estados, inclusive, de fora do país. Não importa nada disso porque ele é da terra. Para os traídores do nosso povo, é apenas necessário que se valorize um Coroné que não fez metade do caminho deste panelense aqui. Sabem o motivo disso? O motivo é simples: se valorizarem um panelense, notarão que não é um caso isolado e “os de fora” não terão chance porque praticamente todo panelense é bom no que faz. Só precisa melhorar a autoestima.

Para além de tudo isso, precisamos entender que a casa é nossa, nós precisamos definir as regras, o que pode e o que não pode. O sistema atual nunca foi o nosso e muita gente do próprio grupo governista já percebeu isso e, ainda que esteja do lado de lá, já não está mais alinhado e espera apenas os ponteiros do tempo se acertarem. Eu digo que passou da hora, se a população entender de verdade que falo de virtude, não haverá sequer campanha eleitoral, haverá uma corrente de panelenses de mãos dadas comemorando o fim das correntes da perseguição e celebrando a liberdade.


Jesus lhes disse: ”Só em sua própria terra, entre seus parentes e em sua própria casa, é que um profeta não tem honra. E não pôde fazer ali nenhum milagre....” (Marcos 6:4,5).


Coluna Política // Por Pierre Logan
Advogado, Bacharel em Direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas. Formado em Filosofia, é licenciado pela Universidade Cruzeiro do Sul, Pós-graduando em Direito Processual Civil pela Escola Paulista de Direito. Filósofo. Membro do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho, da comissão de prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil e  Jovem Advocacia de São Paulo. 


Contato: 
movimentoculturaloficial@gmail.com
pierreloganoficial@gmail.com





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