FELIZ VIDA NOVA, NÓS MUDAMOS TUDO!

  Quando viemos ao mundo ele já estava pronto, mas não acabado. Já haviam médicos, equipamentos, parteiras, hospitais, tecnologias, ruas...

 
Quando viemos ao mundo ele já estava pronto, mas não acabado. Já haviam médicos, equipamentos, parteiras, hospitais, tecnologias, ruas e pessoas. O mundo não começou quando chegamos a ele, por isso temos que ter noção da responsabilidade que temos. Primeiro temos que perceber que a realidade é complexa e já tem mais tempo de vida do que podemos deduzir sozinhos, segundo em saber que muita coisa que se apresenta nesta realidade é artificial, manipulada e ilusionista.

Na filosofia chamamos de “sensível e inteligível”, no cristianismo de “joio e trigo”, no popular dizemos que é um mero um balanço de “verdade e mentira”. Todo final do ano, desde que comecei a escrever estes textos eu dou uma notícia ruim: “não mudou nada”. Foi assim quando escrevi “Feliz Ano Velho, Panelas” entre outros. Desta vez a notícia é boa; o Movimento Cultural ficou forte e passou o ano separando o joio do trigo, o sensível do inteligível; a verdade da mentira. Nós mudamos tudo.

Somente este ano foram mais de 50 textos publicados somente aqui no www.panelaspernambuco.com, vídeos no nosso canal do youtube do Movimento Cultural passaram da casa das dezenas. Fizemos denúncias, publicamos notícias, defendemos teses e para relembrarmos o ano em que mais trabalhamos enquanto a “oposição” assistiu tudo da arquibancada, vamos avançar nas ideias e retroceder um pouco no tempo:

Os textos de Janeiro foram: 1 Denival Hipocrisia ou Estupidez, 2 Genilson Lucena Um erro Crasso, 3 O Mirante da Serra da Bica Mais de um ano depois, 4 Situação de emergência em Panelas. Já apontávamos para alguns erros de Genilson Lucena em se manter preso aos grilhões sergianistas, enquanto era boicotado pelo próprio grupo que estava. O texto mais importante do mês foi o que mostramos o abandono do Mirante da Serra da Bica que ficou abandonado por mais de um ano sem que o desgoverno tomasse qualquer providência. Mostramos também como a prefeitura utiliza a “situação de emergência” para burlar certas situações. O texto sobre Denival foi apenas para mostrar que ele poderia ser mais, se não pensasse para menos.

Fevereiro: 1 - O que é o Movimento Cultural, 2 - Pacote anticrime do Moro, 3 - Operações em Quipapá Panelas e a transparência seletiva, 4 Concurso Público a prefeitura perde e o povo ganha. Em fevereiro registramos nossas ideias em um texto e focamos apenas em notícias, deixando a crítica mais forte para o mês de março.

Março: 1 Falta água, coerência e capacidade; 2 Joelma Duarte, entre doentes mortes e feridos; 3 Politicídio em Panelas; 4 Câmara reprovada, vereadores representam o executivo. No terceiro mês fizemos um misto de notícias e críticas apontando para problemas antigos que se renovavam. Falta de água, saúde, vereadores tendo carreiras destruídas e a Câmara aprovando, mais uma vez, as contas do ex-prefeito.

Abril: 1 Sérgio Miranda Humilha vereadores de Panelas; 2 Panelas em a volta da usurpadora; 3 cresce logo, panelense; 4 falar mal do desgoverno panelense; 5 Oliveira de Panelas finalmente. Em abril focamos nas críticas e na apresentação de argumentos que sustentariam nossas teses para o resto do ano, enquanto esses artigos eram publicados também focamos nos projetos para iniciar as denúncias que começariam em alguns dias.

Maio: 1 Falta Assunto novo; 2 Panelas em 1984; 3 Trovadorismo sobre um verme. Maio foi um mês pesado. Panelas apontou para o atraso de coisas que não só se repetiam, mas pioravam e se apresentavam como novidade. A piora sendo piorada para se apresentar como algo novo.

Junho: 1 Panelas e o medo da mudança; 2 A campanha já começou em Panelas; 3 A política em outo nível; 4 Por uma Panelas pior; 5 Pierre Logan tira Sérgio Miranda da prefeitura. No mês de Junho nossa obra já se mostrava quase pronta, estávamos quase prontos para começar a abrir a caixa-preta da prefeitura para a população e utilizar uma ferramenta cidadã para obrigar o executivo a seguir a lei. Sérgio Miranda até tentou entrar na folha sem ninguém saber, mas nós divulgamos e ele teve que retirar o nome e depois mostrar a cara novamente.

Julho: 1 Culpa Cauterizada o mal panelense; 2 Quanto Panelas gasta com contratos temporários; 3 Quanto Panelas gasta com Weliton Saraiva; 4 Quem guarda os guardas quando a prefeitura erra. A partir do mês de Julho, o panelense começa a notar a linha que traçamos em abril começa a aparecer mais claramente para o público.

Agosto: 1 A prefeitura de Panelas ataca Paulo Câmara; 2 A oposição se divide; 3 Carta ao povo panelense; 4 O escândalo do nepotismo. O barulho nesse mês foi proposital. Foi no mês de agosto que o círculo de preparação finalmente se fechou e daríamos início a série de denúncias que abalariam o município e fariam a prefeita e o ex-prefeito perder o sono. O texto: “Carta ao povo panelense foi a interlocução de tudo. Setembro seria um mês épico.

Setembro: 1 O escândalo da Valorização Humana; 2 O escândalo do Combustível em Panelas; 3 Sérgio Miranda a hipocrisia tem limites; 4 sergianismo e o relativismo moral; Homologação fim da guarda municipal e possível prisão em Panelas. Conforme planejado foi épico. A partir desse mês a prefeita e o secretário de governo foram obrigados a passar mais tempo se explicando do que ludibriando o povo. Foi justamente aí que começou o grande “bum” do Movimento Cultural e ainda estávamos começando.

Outubro: 1 Eleições para o conselho tutelar, caos total; 2 Estratégia sergianista contra os precatórios do Fundef; 3 A creche em Cruzes vai bem; 4 O fator Ruben. Para dar tempo do grupo sergianista utilizar o direito do contraditório, permitimos que esperneassem, tanto em depoimentos para o Ministério Público quanto na rádio de Cupira, e mantivemos uma linha mais branda. A única denúncia feita foi sobre uma creche de Cruzes que nem existia e já estava com brinquedos comprados.

Novembro: 1 Artistas panelenses desprezados; 2 Panelas, um hospital que mata; 3 O mal da oposição de Panelas; 4 Professores Heróis – ensinando pelo exemplo. No mês de novembro ainda estávamos colhendo os frutos benéficos das denúncias feitas anteriormente. Nessa altura do campeonato o desgoverno já estava trabalhando loucamente, ou tentando aparentar que estava. Genilson já havia reprovado as contas do ex-prefeito com outros vereadores, Ruben havia rompido e o Ministério Público já estava cobrando legalidade da prefeitura.

Dezembro: 1 Panelas sem guarda municipal; 2 Sérgio Miranda – um político em decadência; 3 Concurso para Câmara de Panelas; 4 O natal dos hipócritas e, finalmente, 5 Feliz vida nova, nós mudamos tudo. Dezembro foi o mês de fechar nossa contabilidade de textos, planejarmos um novo ano, mudarmos algumas coisas, melhorarmos outras coisas mais e organizarmos o Movimento Cultural. Tudo está pronto para o ano que vem.


Lembrando que esses foram apenas textos deste site, nem sequer falei do www.movimentocultural.org, nossas ações foram muitas sempre no sentido de informações, denúncias e protestos. Nossas conquistas foram muitas e vitórias em todas as pautas que levantamos. A sociedade Civil Organizada pode mudar a estrutura da realidade e fazer de Panelas um município livre das amarras sergianistas. Provamos isso. Estamos no caminho certo e não vamos parar nem no ano de eleição, nem após as eleições e nunca vamos parar de avançar, pois queremos uma sociedade livre, justa e solidária. Não vamos parar de avançar! Avante, sempre!
 

Coluna Política // Por Pierre Logan
Advogado, Bacharel em Direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas. Formado em Filosofia, é licenciado pela Universidade Cruzeiro do Sul, Pós-graduando em Direito Processual Civil pela Escola Paulista de Direito. Filósofo. Membro do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho, da comissão de prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil e  Jovem Advocacia de São Paulo. 

Contato: 
movimentoculturaloficial@gmail.com
pierreloganoficial@gmail.com

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