TROVADORISMO SOBRE UM VERME: A RESPOSTA DE UMA NÃO-HIENA

Para complementar este texto gravei um vídeo posteriormente. Faço uma ressalva antes de começar minha cantiga de escárnio e de maldizer:...

- Publicado em 27/05/2019 - Por Pierre Logan (Colunista)
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Para complementar este texto gravei um vídeo posteriormente. Faço uma ressalva antes de começar minha cantiga de escárnio e de maldizer: O grupo de situação não é o alvo destas minhas críticas, pois sou maduro o suficiente para saber distinguir a opinião tosca de um pusilânime covarde que tem medo de debate e de um conjunto de pessoas que, provavelmente, não tem a mesma opinião, portanto, quero deixar claro para o cidadão que simpatiza com a atual situação panelense, que respeito sua posição política, suas vitórias e suas comemorações. Vocês, quando discordam, cumprem uma parte do papel democrático. Por outro lado, existem pessoas que ainda que exerçam lideranças políticas, e permaneçam nelas por décadas, não merecem nenhum respeito. Essas eu apenas tolero.

Este meu artigo resposta será dirigido para uma única criatura. Uma criatura que não respeita seus adversários (mesmo quando nem estão fazendo oposição a ela). Uma criatura que ofende seus opositores sem nenhum tipo de educação. Uma criatura medíocre, metida a bosta, que não conseguiu nada na vida com sua própria e suposta profissão, e por essa razão, como a maioria dos fracassados, entrou na política não para ajudar, mas para viver dela. Essa criatura desprezível nunca debateu com um oponente de verdade, viveu por anos em um ringue em que nunca houve revide, apenas um títere com “papagaiada” do outro lado. Uma criatura que costuma tecer críticas com abstrações, sem citar nomes, sinalizando apenas, tanto para evitar direito de resposta ou ser processado, quanto para não urinar nas calças quando for cobrado pessoalmente por suas ofensas. Eu, por outro lado, não aprendi a fazer críticas sem um sujeito, portanto, me baseio na própria criatura horrenda e na sua habilidade de inventar apelidos comparando o ser humano com outros espécimes, doravante chamarei vossa senhoria pelo nome que mais se aproxima de suas qualidades: o vírus.

Eu costumo dizer que o pessoal da situação de Panelas são cidadão que pagam seus impostos e têm o direito de discordar, mas costuma aceitar entre os seus uma criatura que é como o vírus. Vocês sabem o vírus como é, não é? É um tipo de organismo; quem não souber pesquisa no Google, infeccioso, que não apresentam todo potencial bioquímico (enzimas) necessário à produção de sua própria energia metabólica. São considerados parasitas intracelulares, isso quer dizer que eles dependem de outras “células”. Resumindo, tudo o que um vírus tem é retirado de outros organismos. O vírus entra na política não para contribuir, mas para parasitar. Vírus, do latim “veneno” ou “toxina”. Dito isto, vamos aos impropérios que é na verdade o objetivo deste texto. Desrespeitar o que não merece respeito é liberdade!

Tu, rei daquilo que as hienas comem, és o vigilante da vida sexual dos outros. Sim, tu! 

Tu, criatura intelectualmente pobre, moralmente desprezível e extremamente incapaz de reconhecer tuas próprias deficiências. 

És uma doença, uma praga, um vírus que sugou o progresso, o dinheiro e até a água desta cidade. És, ó grande líder dos que caminham de joelhos e levam uma vida de quadrúpedes sem perceber que és o vírus que arrasou com a vida deles e deixou suas famílias na miséria. 

Tu, que só não é um câncer porque o câncer evolui. Tu evoluíste quando? Jamais! Sois um fracasso! 

Me conheces, covarde? Pusilânime de quinta categoria, sabes quem sou? Sou a cura para doença que tu trouxeste. 

Tu, pai da ignorância, mestre da mentira, canalha! “Mil vezes canalha!”. Lava tua boca quando for falar do meu povo! Segura tua língua quando for falar da minha cidade! Devolve o que roubaste dela antes que nós, os cabanos natos, decidamos toma-las de volta! 

Não te devemos nada! Não te entregaremos nada! Exigiremos o respeito devido a cidade que te sustentou, que pagou tuas contas, que te fez rico. A cidade carente, pobre, pequena. Carente porque tiraram o que tinha, pobre porque roubaram seus recursos e pequena porque foi atrofiada pela corrupção. Corrupção cuja linha mestra foi covardemente traçada por ti, excremento de vírus. 

E para concluir minha manifestação democrática, legítima e bem pensada, quero deixar claro ainda que fui obrigado a me manifestar porque a cúpula covarde política da oposição não o fez. Grato!


Coluna Política // Por Pierre Logan
Advogado, Bacharel em Direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas. Pós-graduando em Direito Processual Civil pela Escola Paulista de Direito. Filósofo e licenciando em filosofia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Membro do Seminário de Filosofia - Olavo de Carvalho e da Jovem Advocacia de São Paulo. Compositor e intérprete, gravou no final de 2015 o disco Crônicas de Um Mundo Moderno. Atualmente faz parte do Sindicato dos Compositores e intérpretes do Estado de São Paulo, também é comentarista político na Trianon AM 740 e colunista do Jornal SP em notícias. 

Contato: 
movimentoculturaloficial@gmail.com
pierreloganoficial@gmail.com

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